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Naimeg - Royal Ed.

Atualizado: 26 de set. de 2023

Na xícara: O café apresenta toda a complexidade da soma dessa variedade sob a fermentação, no nariz, as notas doces e frutadas já chamam bastante atenção, com um toque de mel. Na boca, frutas frescas vermelhas, como morango, framboesa e cereja, somadas a uma finalização característica da acidez tartárica, que inicia com certa salivação e finaliza mais seca, como em um vinho. No laudo oficial o café bebeu 88 pontos. A família. Os Naimeg são uma família de origem Alemã, que começou em 1965 a produzir café no norte do Paraná. Depois de passar por 3 grandes geadas aqui no estado eles decidiram, em 1981, fincar suas raízes em Coromandel, no Cerrado Mineiro. As fazendas são 100% geridas pela família, são 6 irmãos que trabalham juntos em prol da qualidade, essa busca levou os Naimeg produziram o café vencedor de duas diferentes categorias (natural e cereja descascada) no prêmio de qualidade do Cerrado Mineiro de 2022, um dos mais importantes do país. Região: Colheita: maio a setembro Altitude: 800–1.300 metros (2.620–4.260 pés) acima do nível do mar Precipitação: 800–2.000 milímetros (31–79 polegadas) Temperatura: 22–27°C (72–81°F) O Cerrado Mineiro foi a primeira região produtora de café do Brasil a receber a Denominação de Origem (DO). A região abriga cerca de 4.500 produtores que, juntos, respondem por 25% da produção mineira. As fazendas da região são tipicamente grandes e altamente mecanizadas, aproveitando a planície. As fazendas expansivas e tecnificadas são talvez as mais emblemáticas da cafeicultura brasileira, mas apesar de sua aparência industrializada, as fazendas da região podem produzir cafés de alta qualidade. Para ser elegível para o DO, os cafés devem ter sido cultivados a pelo menos 800 metros acima do nível do mar e pontuar 80 pontos ou mais. Os cafés da região são tipicamente encorpados e ricos, com notas de chocolate doce e nozes dominando. Variedade: A cultivar MGS Paraíso 2, desenvolvida pelo Programa de Melhoramento Genético do cafeeiro da EPAMIG, tem obtido destaque em lavouras de diversas regiões de Minas Gerais, pela elevada produtividade e potencial para a produção de cafés especiais. A planta é de porte baixo e apresenta resistência à ferrugem. Outras características são frutos na cor amarela, peneira alta, maturação intermediária, elevada capacidade de absorção de fósforo, boa resposta a colheita mecanizada Processo: A fermentação nada mais é do que um procedimento químico realizado por microrganismos na ausência do gás oxigênio. No Brasil, existem diferentes formas de produzir o café fermentado. Entretanto, a base principal do método consiste em deixar o fruto ou o café cereja descascado sob a ação das leveduras, bactérias ou demais microrganismos, como os lactobacilos. Eles são responsáveis por fazerem a quebra dos açúcares e formar compostos secundários que irão alterar as características sensoriais do café em questão.

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